Tão importante quanto o físico, é trabalhar a autoestima e ajudar a pessoa a não condicionar o seu corpo a uma questão de aparência.

Transtornos alimentares são mais comuns pensamos

Os principais transtornos alimentares oficialmente reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) são a anorexia e a bulimia. Porém existem outros casos diferenciados de distorção da imagem ou relação com a comida que recebem diagnóstico de transtorno alimentar sem outra especificação. Entre os transtornos alimentares temos então as anorexias, bulimias, transtornos do comer compulsivo, obesidade e obesidade mórbida.

É sobre comportamentos alimentares disfuncionais

E que provocam alterações físicas como emagrecimento ou ganho de peso excessivo. Tais comportamentos colocam em risco a saúde e comprometem a integridade física e mental do indivíduo acometido, que inevitavelmente vivência sofrimento e experimenta sensações de desprazer com seu próprio corpo.

Muitos sentimentos envolvem envolvem a psicopatologia

Entre elas proibições, culpas, medos e demais vivências persecutórias que podem estar diretamente relacionadas à depressão, diminuição da autoestima, transtornos de ansiedade de demais quadros psicopatológicos.

O tratamento é multidisciplinar

A escolha do tratamento deve basear-se na gravidade do problema e na presença de complicações associadas, e geralmente faz-se necessário o acompanhamento médico, nutricional e psicológico.

O papel do terapeuta

O psicólogo deve identificar e tratar as causas emocionais e hábitos comportamentais. Com isso, ampliar o campo de compreensão dos fatores psicológicos que sombreiam o cenário desses transtornos. São vários os fatores emocionais que podem contribuir para o surgimento dos transtornos alimentares, que vão desde a preocupação excessiva com o peso e aparência corporal, até mesmo eventos como perdas, rompimentos afetivos, dificuldades no relacionamento interpessoal, frustrações, rejeições, dentre outros.

O tratamento é gradativo

A reeducação alimentar e a prática de atividades físicas funcionam como elementos fundamentais para que o organismo possa se reestabelecer. Desta forma é importante que o paciente esteja preparado quanto às mudanças no estilo de vida e seguir o tratamento orientado e acompanhado pelos especialistas da área, como o médico, nutricionista, educador físico e psicólogo. Este último se encarregará de auxiliar o paciente a reconstruir e repensar sua imagem corporal, além de trabalhar os fatores emocionais que podem estar a serviço da compulsão alimentar, com o objetivo de fortalecer o paciente a superar e evitar possíveis recaídas.

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Publicado por:

Zenklub

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