Em busca da felicidade no trabalho

14 outubro, 2020 |

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Para Vania, a felicidade no trabalho não está relacionada às chamadas “empresas de cultura colorida”: aquelas que oferecem jogos, brincadeiras e um ambiente mais ameno e não tradicional; mas ao negócio.

Não adianta estar num lugar onde você não pode mostrar o seu potencial, onde não se sente confortável, onde os dias são ruins, onde a Comunicação Não-Violenta não é praticada.

Mas ela também lembra que é importante estar aberto a receber feedbacks e que nem todos os dias serão bons e que isso faz parte do dia a dia no trabalho. 

“Eu trabalhei em mais de 10 empresas, se eu tive 2 chefes bons, foi muito”, conta.

Por que a  felicidade no trabalho é um negócio?

Quando a Vania fala que a felicidade no trabalho é um negócio, ela quer dizer que isso está relacionado também às mudanças internas. Por exemplo, saber aplicar feedback, contratar pessoas diversas e como a não realização dessas práticas pode ser prejudicial para a corporação do ponto de vista financeiro. 

Algumas práticas como oferecer terapia online, benefícios corporativos e o que estiver à disposição para que o colaborador não adoeça, faz com que a produção dessa pessoa aumente e, consequentemente, traz maiores resultados. 

Afinal, pessoas felizes e saudáveis trabalham melhor. 

O líder do futuro e a felicidade no trabalho

Vânia Ferrari diz que para ser um líder do futuro é preciso ter duas características fundamentais como flexibilidade cognitiva e fazer valer o acolhimento do diverso.

Ter flexibilidade cognitiva significa entender que o mundo muda o tempo todo, que os processos podem ser feitos de um jeito num dia e no outro, mudar completamente.

É ter em mente que “pensar fora da caixa” e estar aberto a pensar em estratégias que fujam do habitual, também podem ser usadas para cumprir uma meta.

Já acolher o diverso está relacionado com diversidade. É entender que as pessoas são diferentes e que isso não significa que o desempenho delas como profissionais é inferior por conta disso. 

Levar para o ambiente corporativo mulheres, pessoas trans, negros, LGBTI+ pessoas com deficiência, aqueles que não estudaram em universidades de renome, é abrir possibilidades de negócio e de acolhimento.

Em suas palestras, Vania mostra que essas duas características são fundamentais nos dias de hoje, não apenas como importância social, mas como um fator que pode delimitar o sucesso da corporação. 

Para ela:

Eu mostro indicadores. Como, por exemplo, um dado do BNDES que mostra que empresas que abrem os horizontes para a diversidade são 18,3% mais rentáveis. Se não vai pelo amor, eu mostro a dor, que no caso, é mostrar as perdas.

Felicidade no trabalho vai além da satisfação pessoal 

É importante mostrar para as empresas como elas podem oferecer aos seus colaboradores formas de se sentirem acolhidos – e com um propósito a ser seguido.

Para ter mais informações e dicas da palestrante. Não deixe de conferir o episódio completo.

Convidado

Vania Ferrari

Palestrante há 10 anos com a Abordagem Diferenciada e Divertida, Vania tem revolucionado o mundo corporativo com seu bom-humor. Também é Graduada em Marketing e Pós-graduada em Gestão de Pessoas.

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