Neste artigo vamos falar sobre uma condição que interfere na vida das pessoas: o trauma! Sendo este, uma condição importante associada aos picos emocionais dos indivíduos e as demandas que classificam uma patologia específica.

Nesta especificidade, podemos dizer que o mesmo está nos picos emocionais e apresenta o aparecimento de comportamentos diferentes e interpretações externas na tradução sobre a realidade, sem que haja um acompanhamento profissional para determinar a condição. 

É muito comum escutar as falas do tipo: “Essa pessoa está louca”, “Ela é Bipolar” e tantas outras que são aplicadas pelo senso comum.

Por isso, os traumas desencadeiam gatilhos e podem aparecer em qualquer momento da vida, sem que haja uma explicação plausível para tal proporção. Então, ao perceber uma pessoa em pico emocional e comportamento diferente, o melhor é manter a calma e direcioná-la para a terapia.

Além disso, grandes erros acabam acontecendo e já levaram pessoas num passado para os chamados Manicômios, podendo inúmeras terem sido acompanhadas numa aplicação terapêutica de exercícios psicológicos e a reflexão cognitiva.

Entenda os picos emocionais

As ferramentas psicológicas possibilitam compreender cada caso e determinar condições semelhantes e também específicas, como no caso da bipolaridade, onde as pessoas percebem a oscilação de humor e já determinam a condição por ter evidenciado esse fator.

Já parou para pensar que num quadro de ansiedade, depressão e traumas podem ter um comportamento parecido? Pois bem, todas estas condições mencionadas apresentam o que chamamos de gatilhos emocionais e precisam cuidado ao denominar uma patologia ou algo do gênero.

Os picos emocionais podem aparecer (como falei) em qualquer momento da vida, pois evidenciam acontecimentos que transbordam a raiva — um período bem pequeno de instabilidade emocional que jamais devem ser diagnosticadas sem um prévio trabalho terapêutico alinhado a um profissional do campo psicológico.

Além disso, o senso comum pode enfatizar erros interpretativos e bem significativos; mas, no atual momento, temos acesso à sessão terapia por uma plataforma online a qualquer momento e hora, sendo o Zenklub um exemplo disso. Por isso, se você está vivendo crises no trabalho, relacionamentos ou família, lembre-se que há tratamento.

Existe uma abordagem terapêutica específica em casos de picos emocionais?

Numa pergunta deste gênero e pessoas com tais dúvidas, o tratamento psicológico só é iniciado quando se é afetado por essa condição. Nisso, entende-se a necessidade do trabalho terapêutico, bem como acreditar na resolução em torno das problemáticas, aplicando posteriormente as abordagens ao complemento desta conquista.

A abordagem utilizada para essas problemáticas envolve o campo comportamental e humanista, percebendo a eficácia na adição de responsabilidade e o protagonismo essencial no êxito desta pessoa.

Então, no campo humanista, pode-se destacar o papel da Gestalt-Terapia, transformando a pessoa numa visão do aqui agora, visão essa, na direção do futuro.

Além disso, a abordagem comportamental corresponde um mecanismo que alicerça as mudanças de crenças existenciais, possibilitando novos olhares em direção a esta tratativa dos impactos ou traumas ocorridos no passado.

Tratamento psicológico contra o trauma nas abordagens: comportamentais e humanista

Então, na sessão terapia, o profissional identifica a necessidade da Gestalt-Terapia. E irá trabalhar os termos da responsabilidade no qual proporcionará a visão sobre si mesmo e a direção para o futuro.

E na conversa terapêutica, você é convidado a refletir, proporcionando um contexto de cuidados que só dependerá de si mesmo na projeção das mudanças e crenças alicerçadas.

Então, ao introduzir os moldes comportamentais inseridos na Terapia Cognitivo Comportamental, os contextos que alimentam a projeção das dores emocionais que desenvolvem os picos.

Complementando aos parâmetros da Gestalt-Terapia, a Terapia Cognitivo Comportamental insere as seguintes técnicas. Veja abaixo:

Explicando as técnicas para lidar com o trauma

Com as técnicas mencionadas, você entrará em contato com as dores emocionais. Mas também terá contato com a autodescoberta, valorização das qualidades, potencialidades e habilidades, questionando a necessidade de abalar os sentimentos em detrimento de outrem.

Então, visando este encontro, as Cartas Terapêuticas vão condicionar uma conversa com pessoas que trouxeram um modo traumático lá no passado ou agora no presente; tendo em vista uma escrita no estilo de conversa indicando acontecimentos e se despedindo ou chamado de finalidade.

Essa técnica conduz a um fechamento fundamental e alicerça o trabalho da Cadeira Vazia. Funcionando numa conversa franca simbolizada por uma cadeira de frente, onde será dito tudo que incomoda e que causou dores, propiciando alívio semelhante às cartas terapêuticas.

Ao verificar as técnicas indicadas, todas elas acabam se complementando e potencializam o direcionamento da cura psicológica almejada.

A técnica do espelho é bem simples, providenciando falas que integram as potencialidades, habilidades e competências esquecidas em algum momento. E pode aplicá-la diariamente até que tenha confiança em si mesmo.

Então, a última técnica estipulada envolve um diário simples no que compete jogar para fora os pensamentos e emoções no sentido de entender o que se passa e dar uma finalidade com falas: “Não quero para mim esses pensamentos e emoções.”

Por fim, a indicação de terapia é semanal, pois assim terá os dias essenciais para propor as modificações. O acompanhamento terapêutico é essencial para quem busca ter a liberdade.

Confira o vídeo que gravei sobre diagnóstico prematuro

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Publicado por:

Jose Paulo Menezes

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Jose Paulo Menezes

Formado em Geografia, Pedagogo, Psicanalista Clínico, pós graduado em Docência do Ensino Superior e Psicanálise, sempre me preocupei ao longo dos anos com a psique humana, desencadeando formações complementares na Terapia Cognitiva Comportamental e tantas outras, pois o meu enfoque é proporcionar o lançamento de oportunidades que tragam o bem-estar.