A pregabalina é uma substância que atua no sistema nervoso central. Em princípio, é um remédio desenvolvido para tratar crises epiléticas e convulsões. Mas, os estudos demonstram um enorme potencial para o tratamento de diversas doenças, especialmente as relacionadas à dor.
E então vêm as dúvidas: pregabalina é corticoide? Pregabalina é antidepressivo? Para que serve a pregabalina? Qual é ação desse medicamento? Respondemos todas estas perguntas e apresentamos mais informações neste post.
Contudo, sempre é importante ressaltar que o uso desse remédio deve ser feito somente com prescrição e acompanhamento médico.
Com o nome de Lyrica, a pregabalina ganhou aprovação nos Estados Unidos e chegou ao mercado em 2004. Na época, o medicamento anticonvulsivo lançado pela Pfizer trazia uma nova opção para pacientes com epilepsia e convulsão. Mas, os estudos continuaram e as pesquisas mostraram que a fórmula podia ir muito além.
Em resumo, a pregabalina é um análogo do ácido gama aminobutírico (GABA), que se relaciona a pontos importantes no sistema nervoso central. Assim sendo, as pesquisas mostram que a ligação do princípio ativo nos lugares certos produz os efeitos anticonvulsivantes, antiepilépticos, ansiolíticos e analgésicos.
Portanto, todos esses resultados mostram a eficiência da pregabalina em diversas outras terapias, como no sistema articular.
De acordo com a bula, a pregabalina regula a transmissão de mensagens entre as células nervosas. Descobrir para que serve a pregabalina é entender que o medicamento é indicado para tratar:
A bula da pregabalina diz que esse medicamento é contraindicado no seguinte caso:
Como todo medicamento, o uso da pregabalina requer alguns cuidados. Ou seja, mais do que saber para que é indicado, é importante conhecer as precauções antes de iniciar a terapia.
Portanto, o ideal é reunir as informações sobre o histórico de saúde, outras doenças ou tratamentos em andamento. Da mesma forma, deve-se informar o médico se tiver, por exemplo:
Se o paciente perceber sinais ou comportamentos suicidas (pensamento ou ideia de se matar), deve falar com o médico rapidamente.
Às vezes, a pregabalina pode interagir quimicamente com algumas substâncias. Por isso, pode provocar efeitos indesejáveis ou causar danos à saúde. Portanto, sempre informe o seu médico sobre os remédios que está tomando para que ele avalie uma possível interação medicamentosa.
Então, conheça a seguir alguns medicamentos que precisam de parcimônia ao serem administrados em conjunto com a pregabalina:
Por exemplo, como qualquer outro medicamento, a pregabalina pode provocar alguns efeitos colaterais. É claro que a reação varia conforme o perfil de cada um. Entretanto, é importante destacar as ocorrências mais comuns, que são:
O medicamento Lyrica, do laboratório Pfizer, é a referência do princípio ativo pregabalina. Entretanto, o mercado já conta com pregabalina em sua versão genérica, além de outros nomes comerciais:
A pregabalina é um anticonvulsivo e antiepilético, com propriedade ansiolíticas e analgésicas. Por ser um princípio ativo complexo e com múltiplas ações, é comum que haja uma confusão sobre a sua categoria. Portanto esclarecemos alguns pontos.
Uma crise de ansiedade pode levar de 5 minutos até pouco mais de 1 hora para atingir o seu pico. Após o auge, o ataque tende a melhorar aos poucos. Pode ser um tempo relativamente curto, porém, os efeitos chegam a permanecer durante dias após a ocorrência. A reação e toda essa briga interna consigo mesmo não são iguais para todos.
Também é preciso considerar os casos em que o transtorno de ansiedade generalizada esteja acompanhado de outros distúrbios mentais. A experiência para quem tem depressão, por exemplo, pode trazer outras consequências tão incapacitantes como uma crise de ansiedade.
Por isso, é importante buscar tratamento psiquiátrico e psicológico. E lembre-se que embora a pregabalina seja uma medicação eficaz para a ansiedade, seu uso deve ser sempre acompanhado de um médico.
As informações desta página foram disponibilizadas com fins puramente informacionais. Em hipótese alguma, elas devem embasar a autoprescrição ou indicação para terceiros. Sempre consulte um especialista sobre qualquer assunto relativo à sua saúde mental.