Empresas brasileiras estão se adequando cada vez mais às mudanças sociais, ficando mais próximas de seus públicos e se atentando às transformações que vêm mudando também o perfil dos consumidores. Se olharmos para a publicidade, isso fica cada vez mais claro. Basta lembrarmos dos comerciais e ações mais recentes da Skol (que no dia das mulheres convidou ilustradoras para refazer cartazes sexistas já veiculados pela marca) e da Avon, que tem diversificado suas campanhas.

Mas, como estão as organizações que não podem mostrar sua cultura de empresa por meio da publicidade? Estudos internacionais apontam que pelo menos cinco casos de violência contra gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais são registrados por dia no Brasil. Na América Latina, o custo econômico da homofobia é de US$ 8 bilhões.

Pesquisas indicam que equipes diversas são mais criativas, sofrem menos com problemas como absenteísmo e rotatividade, além de possuirem um clima mais agradável e produzirem mais. Um estudo do banco de investimentos Credit Suisse, obtido pela revista Isto É Dinheiro em janeiro deste ano, mostrou que as empresas que têm políticas globais para o público LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais) tiveram lucro 6,5% maior nos últimos seis anos do que as empresas que não estão atentas à diversidade.

Desde 1985 que a IBM tem como valor a inclusão de temas como orientação sexual e identidade de gênero. Desde então a empresa fez muitos avanços, como a criação de programas e o engajamento de funcionários.

O pesquisador da ECA/USP Ricardo Sales acredita que 2017 deve ser o ano da diversidade. Longe de ser uma tendência para este ano, a inclusão de políticas LGBts deve ser uma preocupação constante das empresas brasileiras. Começar a olhar para a representatividade como uma questão fundamental pode ser o primeiro passo para a construção de companhias mais justas, diversas e com mais apoio de seus colaboradores, e ter pessoas esclarecidas e bem informadas sobre o assunto nos RHs e em cargos de liderança contribuem muito para que isso aconteça.

Recentemente, o psicólogo e professor universitário Felipe Epaminondas, que atende por videochamada no Zenklub, falou sobre as diferenças entre identidade de gênero e orientação sexual.

Conversar com psicólogos e promover eventos que tenham a diversidade como tema também são maneiras de colocar o assunto em pauta nas organizações que querem ser mais diversas. O Zenklub é serviço certo para isso. Converse com nosso time, temos o plano certo para sua empresa.

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