O benchmarking é uma arte que qualquer negócio precisa saber usar.

Afinal, a melhor forma de obter sucesso em um empreendimento é aprender com aqueles que já atuam no setor e observar as medidas mais bem sucedidas.

Neste artigo vamos ver como colocar a teoria do benchmarking na prática a fim de promover o progresso do empreendimento em que você trabalha! 

Tenha uma excelente leitura!

Benchmark: o que é

Apesar do nome ser um tanto desconhecido para nós brasileiros, o benchmark é um termo em inglês que se refere à observação de empresas que realizam um determinado trabalho ou prestam um certo serviço.

Assim, quando se refere ao benchmarking se refere à análise de uma série de possíveis aspectos que englobam as corporações, entre elas:

  • Produto;
  • Processo;
  • Função;
  • Abordagem nos negócios. 

É claro que o benchmark de uma empresa deve ser orientado de acordo com seus valores e modelo de negócio.

Por exemplo, uma corporação que aplica o ESG, não deve focar no benchmarking de empresas que não atuem com esse mesmo viés.

Quais são os tipos de benchmarking?

Apesar de você já saber o que é o benchmarking de uma forma genérica, há vários tipos dele que é importante conhecer:

Competitivo

O Benchmarking competitivo é aquele focado em organizações que disputam o mesmo mercado. 

Assim é possível traçar estratégias para modelar aquilo que funciona para empresas concorrentes e descobrir as lacunas de mercado que ainda não são supridas.

Ou seja, ao fazer um bom benchmarking competitivo, uma empresa tem o arsenal de conhecimentos necessários para progredir pelo caminho mais curto.

Genérico

Este acontece quando uma certa atividade interna da empresa é “destrinchada” para considerando os seguintes aspectos:

  • Pessoas;
  • Processos;
  • Tecnologia. 

Dessa maneira é possível identificar possíveis gargalos que impedem o pleno desenvolvimento da atividade.

Performático

Todo negócio precisa ter métricas.

E o benchmarking performático nada mais é que a análise dos indicadores de um negócio.

Ao rastrear métricas e indicadores-chave de desempenho (KPIs), os líderes e gestores podem identificar pontos que estão progredindo e aqueles que precisam de estímulos adicionais.

Interno

Embora o conceito tradicional de benchmarking envolve uma análise externa, é possível fazer o chamado benchmarking dentro de uma empresa.

Mas diferente do genérico, no benchmarking interno compara-se processos semelhantes dentro da própria empresa. 

Nesse sentido, é importante que os setores estejam alinhados para metrificar suas performances, fornecendo dados concretos para as análises.

Importância do benchmarking no ambiente digital

No ambiente digital é importantíssimo explorar o potencial do benchmarking.

Afinal, com a ajuda da tecnologia tanto processos internos como externos de empresas podem ser analisados.

Assim, diferente de uma análise presencial de empresas, no meio virtual é possível dinamizar as comparações e críticas às atividades.

Por exemplo, pode-se usar a Internet para verificar estratégias de marketing de negócios do mesmo setor que estão tendo sucesso.

Além disso, pode-se entender como certos investimentos melhoram a eficiência e eficácia dos colaboradores dentro de projetos.

Como fazer um benchmarking: passo a passo

Basicamente, os pilares do benchmarking são quatro:

  • Analisar;
  • Interpretar;
  • Avaliar;
  • Mensurar.

Ou seja, em um primeiro momento é importante analisar as informações, catalogando todos os dados evidenciados.

Na sequência, interpreta-se cada dado de acordo com o contexto, negócio ou até mesmo circunstância em que as operações ocorreram.

Assim é possível diluir eventuais vieses que surgem durante a análise de benchmarking.

Com isso posto, avalia-se como as informações obtidas podem melhorar as políticas da empresa, atingindo mercados novos e ou mais qualificados.

Por fim, por meio das métricas, faz-se a mensuração que compara os progressos com o benchmarking.

Ferramentas no benchmarking

Hoje, com o advento e consolidação da Internet, é possível usar várias ferramentas virtuais para aprimorar o benchmarking.

Assim, pode-se avaliar uma série de métricas importantes para a construção de projetos mais assertivos.

Afinal, ao se observar exemplos de empresas no mesmo setor pode-se manter o que funciona e ressignificar aquilo que não dá resultado.

Algumas ferramentas para realizar o benchmarking na internet, são, por exemplo:

  • SimilarWEB;
  • Mention;
  • InfiniteGraph;
  • Open Site Explorer;
  • Ubersuggest;
  • Google Alerts;
  • Google News;
  • Redes sociais.

Implementação do benchmarking

Para a melhor implementação do benchmarking é preciso subdividi-lo em etapas.

Isso faz com que todo o processo seja mais factível e motivador, pois à medida que se cumpre um passo, chega-se mais perto do objetivo final.

Aqui estão as principais fases de implementação do benchmarking dentro de uma empresa e suas respectivas subdivisões:

1) Planejamento

  • Identificação do item;
  • Obtenção do apoio da Direção;
  • Desenvolvimento do sistema de medida;
  • Desenvolvimento do plano de coleta de informação;
  • Revisão dos planos;
  • Caracterização do item.

2) Coleta interna de informação

  • Coleta e Análise de Informação Publicada Internamente;
  • Seleção de potenciais parceiros internos;
  • Caracterização do item em cada parceiro;
  • Coleta Interna de Dados;
  • Realização de visitas aos parceiros.

3) Coleta externa de informação

  • Coleta de informação publicada externamente;
  • Coleta de dados externos.

4) Melhoria do desempenho do item

  • Identificação das Ações Corretivas;
  • Desenvolvimento do Plano de Implementação;
  • Obtenção da Aprovação da Solução;
  • Implementação e Verificação da Solução.

5) Melhoria contínua

  • Manutenção da base de dados; 
  • Implementação da melhoria contínua do desempenho.

O que não fazer em um benchmarking

Para um benchmarking de sucesso, é imprescindível evitar determinados pontos os quais podem colocar todo o esforço a perder:

  • Ver o benchmarking como um processo único, ao invés de um ação continuada que deve ser sempre alimentada;
  • Não realizar o benchmarking segundo as metas SMART (específicas, mensuráveis, atingíveis, relevantes e temporais);
  • Não usar dados que fazem relação com o negócio, isto é, não são métricas que podem aprimorar os processos da empresa;
  • Falta de ação para colocar em prática as observações teóricas provenientes do benchmarking;
  • Esquecer de mensurar os resultados, observando-se o progresso em relação ao passado.

Benchmarking é um processo contínuo

Portanto, não se deve encarar o benchmarking como algo pontual, mas sim da forma como é: um processo constante de observação e análise.

Por isso, é essencial que as empresas procurem ajuda para obterem todo o suporte necessário para o contínuo seguimento de seus valores e propósitos através de medidas assertivas.

Nesse contexto, o Zenklub é mais que um benefício, é uma ferramenta que oferece intervenções especialmente preparadas para ajudar empresas e pessoas a atingirem sua máxima performance, tanto no benchmarking quanto em vários outros aspectos essenciais da saúde corporativa.

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