Neste artigo venho abordar um tema muito importante que tem vínculo com as sessões de terapia e a interpretação do paciente / pessoa sobre este profissional da área psicológica.

Com estas situações comuns no atendimento terapêutico, os pacientes acabam tendo problemas ao se deparar com abordagens que levam a reflexão dos problemas que trouxeram ao atendimento.

Quase sempre, a terapia tem a missão de estimular a reconstrução psicológica do sujeito e o encontro dos traumas que serão confrontados à medida que ocorrem as sessões.

Os gatilhos estão alicerçados numa dinâmica de reprodução dos traumas e na sessão de terapia apenas acontecerá o reaparecimento destes impactos com intuito de trabalhar o enfrentamento.

Algumas ocasiões estão apoiadas nas resistências e acarreta uma visão distorcida do paciente para o analista, havendo criticas pela postura adotada, afinal a pessoa no fundo não quer sentir a dor que desencadeará as transformações.

Como seria o processo na sessão de terapia?

A primeira sessão funciona como um contrato, justamente vai empreender uma conversa aberta sobre as dores emocionais deste paciente e aquilo que o levou na procura da terapia.

Com este contato, o terapeuta desenvolverá uma anamnese para descobrir os gatilhos motivadores destes desconfortos e atribuir um plano de ação condizente as transformações.

A abordagem é importante neste desenvolvimento e uma postura assertiva do terapeuta, psicólogo ou psicanalista que conduzirá o encontro significativo na libertação dos traumas.

E o paciente nisso tudo?

O paciente ao se deparar com o enfrentamento dos traumas às vezes acaba descontando no especialista a frustração pelas condições destas dores emocionais, haja vista a aproximação desempenhada na sessão.

Mas vamos com calma…

Nem todas as pessoas aplicam esta resistência ao desconforto, modificação necessária para o progresso, mas que podem levar um término do processo terapêutico pela má interpretação.

O especialista ao trabalhar as demandas existentes sobre a pessoa com os traumas, não está no papel de inimigo, apenas graduando o modelo de enfrentamento necessário ao bem-estar.

Afinal como perceber esta resistência e a frustração?

Não há momento exato para aparecer esta problemática, onde cada pessoa interage numa maneira especifica e reflete no que a psicologia determina como “transferência”, um patamar em que a pessoa desconta no especialista os problemas vivenciados.

Perceber esta modalidade deve acontecer durante as sessões de terapia, uma atenção abarcada no cenário natural de mudanças comportamentais, onde a vigilância acontece da seguinte maneira:

  1. Os confrontos comportamentais e emocionais não há conexão com o especialista.
  2. Este desconforto vai passar à medida que será desenvolvido mecanismo de enfrentamento.
  3. Os traumas que carrego será eliminado e não permito a permanência.

Nesta analise simplista, a pessoa desenvolverá um senso critico para os bloqueios e as transferências, tendo em vista a naturalidade da terapia e os estágios deste progresso.

Quais abordagens aparecem mais esta resistência ou transferência?

No cenário terapêutico, algumas abordagens permeiam este caminho de desconforto, sendo uma delas a Terapia Cognitivo Comportamental, a Psicanálise e a própria Gestalt Terapia, providenciando numa visão genérica a observação do sujeito para os problemas.

Caminhando ainda na interpretação dos sentimentos e as emoções desencadeadas na sessão, a pessoa deve comentar com o terapeuta este desconforto e no mesmo momento será explicado os processos naturais.

Vamos ainda entender…

Numa terapia a missão é resolver os problemas que geram o desconforto, correto? Falar destes sentimentos é um trajeto que providencia encontrar os gatilhos (pessoa ou pessoas) que geraram tais dores e numa dimensão neutra pelo papel do especialista, encontrar alternativas essenciais e individuais.

Realizar a terapia não é um palco de guerra, tão pouco será falado apenas dos momentos traumáticos.

Sabendo disso, o paciente é aquele condutor de um veículo, tendo o respeito desse encaminhamento singular que será gradativo, a medida que a empatia se estabelece com o especialista.

Vale ainda lembrar…

Cada pessoa é um ser individual, podendo progredir rápido ou lento à medida que é engajado o desenvolvimento e deve ser levado em consideração aqui neste artigo.

Sentindo a empatia na sessão de terapia

A terapia deve acontecer harmoniosamente e sem amarras, cuja as conversas devem ser francas e objetivas, missão traçada lá no primeiro dia e já comentada no artigo.

A empatia pode acontecer tranquilamente para alguns e outros acabam se sentindo presos, sendo essencial modificar a abordagem ou o especialista, sempre com a ideia de responsabilidade do sujeito pelas mudanças, deixando de concentrar apenas no terapeuta as mudanças.

Falar em responsabilidade remete simplificar as dores emocionais sobre o especialista, esperando na sessão de terapia respostas claras e aquilo almejado, onde as vezes ocorre o contrário.

Muitas sessões de terapias acontecem semanalmente e justamente define este período mínimo para que aja interferência própria nas ações, tendo os retornos para afinar as experiências e lançar novos desafios.

Por ser tratar de um processo gradativo, a paciência é um grande aliado e faz necessária analisar com calma o caminho.

Eu posso te ajudar

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Publicado por:

Jose Paulo Menezes

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Jose Paulo Menezes

Formado em Geografia, Pedagogo, Psicanalista Clínico, pós graduado em Docência do Ensino Superior e Psicanálise, sempre me preocupei ao longo dos anos com a psique humana, desencadeando formações complementares na Terapia Cognitiva Comportamental e tantas outras, pois o meu enfoque é proporcionar o lançamento de oportunidades que tragam o bem-estar.