A clorpromazina é, em síntese, um antipsicótico muito versátil, que pode ser utilizado em diversas áreas médicas, tais como:
Neuropsiquiatria, em quadros psiquiátricos agudos e no controle de psicoses, clínica geral, para o controle de ansiedade, agitação, náuseas, vômitos e soluços. Na pediatria, pode ser utilizado para tratamento de neurotoxicoses infantil, e também pode ser associado para o tratamento do tétano. Já na obstetrícia, ele é utilizado como analgésico obstétrico e também no tratamento da eclâmpsia.
No mercado, ele pode ser encontrado como clopsina, clorpromaz e longactil.
A clorpromazina é uma medicação psiquiátrica indicada geralmente para o controle de psicoses e tratamento de quadros psiquiátricos agudos, além de ser utilizada em casos clínicos para controle da ansiedade por conta de sua ação tranquilizante, sem causar sedação.
Ele é indicado também para contrações no parto, eclâmpsia, enjoos, vômitos e também para o tratamento do tétano.
O medicamento pode ser consumido por crianças maiores de 2 anos, também para tratamento de agitação, e para neurotoxicoses, caracterizadas pela aceleração da respiração e convulsão com olhos dilatados.
A clorpromazina é rapidamente absorvida por vias orais, e seu aproveitamento em relação à via intramuscular é de 50%.
O princípio ativo liga-se à proteínas plasmáticas e depois é difundido para o organismo. Com isso, ele possui uma ação que vai estabilizar o sistema nervoso, permitindo o controle de ansiedades e agitações.
O medicamento é em sua síntese um antipsicótico. Mas por conta de sua atuação e efeitos no organismo, ele também é utilizado em clínicas gerais, obstetrícia e pediatria para:
Apesar de tolerável pelo organismo, a clorpromazina possui algumas contraindicações, que podem ser absolutas ou relativas.
Absolutas:
Vale ressaltar que a medicação não pode ser associada com álcool, e deve ser evitada por pacientes que tomam lítio e sultoprida.
A clorpromazina pode gerar uma série de reações comuns, mas é importante sempre atentar-se à elas e conversar com seu médico:
A clorpromazina também pode gerar reações, que apesar de comuns, são consideradas graves. A qualquer sinal de alguns destes efeitos, converse com seu médico:
A associação da clorpromazina com alguns medicamentos deve ser exibida, tais como:
Levodopa:
Este medicamento é utilizado para tratar a doença de Parkinson, e seu uso costuma ser descontinuado no caso da associação da clorpromazina. Essa interação medicamentosa pode agravar ainda mais as alterações psicóticas, e a clorpromazina não agirá corretamente no organismo.
Lítio
O uso também não é indicado em associação com lítio. Essa mistura pode gerar síndromes confusionais, tensão excessiva em músculos e reflexos exacerbados.
Sultoprida
A associação com sultoprida pode gerar aumento do ritmo cardíaco.
Algo que pode cortar o efeito da clorpromazina, tal como outros medicamentos, é o álcool.
Isso ocorre pois ambos são sintetizados no fígado, e quando ingeridos juntos podem levar o órgão à exaustão.
O cloridrato de clorpromazina não é um remédio capaz de gerar dependência, uma vez que faz parte da classe dos antipsicóticos.
Antes de tomar esta medicação, é importante conversar com seu médico se estiver grávida ou amamentando, caso você tenha mais de 65 anos, se houver alterações em exames de câncer, caso seja portador de doença de parkinson ou câncer de mama, se houver alterações em exames, doenças no coração, fígados ou rins, fatores para trombose e embolia, altos níveis de açúcar no sangue, intolerância à glicose, diabetes, se houver propensão a derrame, pressão alta ou baixa.
Além disso, vale ressaltar a importância da cautela para dirigir veículos ou utilizar máquinas pois o remédio afeta as habilidades de atenção.
O tratamento nunca deve ser interrompido sem o conhecimento do médico, e os horários das doses precisam ser respeitados imprescindivelmente.
No entanto, caso haja a ocorrência de efeitos colaterais agravados, informe seu psiquiatra e entenda como interromper a associação.
Um dos efeitos da clorpromazina é o aumento do apetite, e portanto, o ganho de peso. Desta forma, há a recomendação da prática de exercícios frequentemente e orientação nutricional para driblar esses efeitos.
A clorpromazina pode gerar sonolência como efeito colateral, mas não é indicada para o tratamento de insônia.
O efeito sedativo do remédio começa em poucas horas, e o efeito antipsicótico começa à partir de uma semana. Sua permanência do organismo é de aproximadamente 30 horas.
Este medicamento deve ser prescrito por um médico psiquiatra mediante diagnóstico, e é bem tolerado pelo organismo. No entanto seu efeito é potencializado se associado à psicoterapia.
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